SOBRE A VISUALIZAÇÃO DA LUA Por que as divergências? É uma questão de opiniões de alguns teólogos. Para uns é suficiente que nos chegue a notícia sobre a visualização dos outros locais (países), para outros é necessário que a visualização ocorra no país local. Não sou ninguém para ditar quem está certo ou errado, e ninguém pode reivindicar a razão exclusivamente para si, condenando o outro, pois o Al-Qur’án e o Hadith não falam acerca do testemunho (shahádah) da visualização da Lua, do seu anúncio e das suas regras. O Profeta Muhammad (S.A.W.) somente nos ordenou que jejuássemos e celebrássemos o Eid depois de se provar a visualização da Lua, pois de contrário devíamos completar os 30 dias do calendário lunar. Porém, os juristas isslâmicos que surgiram depois da época do Profeta, tanto os primeiros como os últimos, elaboraram algumas regras acerca do testemunho da visualização da Lua, que atualmente não são consideradas suficientes. Nos livros de jurisprudência isslâmica encontramos sete formas de se provar a visualização da Lua: 1 - Testemunho (shahádah); 2 - Testemunho sobre testemunho (shahádah alá ash-shahádah); 3 - Aceitação de um juiz do testemunho de outro juiz (shahádah all-qadá); 4 - Apresentação de um juiz do seu testemunho por escrito a outro juiz (kitábul qádi elal-qádi); 5 - Confirmação da visualização da Lua por vários grupos, com base na visualização num outro local (isstifádhah); 6 - Completar-se o mês lunar; e 7 - O troar de canhões, isto é, as pessoas que vivem na periferia podem considerar a visualização da Lua confirmada ao ouvir o troar dos canhões anunciando a visualização da Lua (atualmente substituído pelas Tics). Que Allah aceite o jejum e ações de cada um de nós! #Ramadhan
Traduction en cours…
Aucun commentaire pour l'instant. Soyez le premier à commenter.